Com nova interface e melhorias, AMD lança o Radeon Software Crimson Edition

Conforme anunciamos no começo de novembro, a AMD lança hoje (24 de novembro) seu novo software gráfico. Completamente reconfigurado, o Radeon Software Crimson Edition oferece uma experiência totalmente nova e qualidade excepcional aos usuários.

Graças a uma série de recursos novos ou aprimorados, a fabricante promete desempenho gráfico até 20% melhor, ajustes que podem até dobrar a eficácia geracional de energia e estabilidade uniforme em todo o espectro de produtos gráficos AMD.

Vale mencionar que este é o primeiro lançamento do Radeon Technologies Group, que anunciou recentemente um redirecionamento estratégico, com foco em software, alinhando-o com as iniciativas de hardware. Confira abaixo as principais características do Radeon Software Crimson Edition.

Projetada para obter o melhor desempenho dos processadores gráficos AMD, a Radeon Settings é fácil de usar, oferece uma grande variedade de recursos, além de ser extremamente rápida, capaz de executar a inicialização com velocidade até 10 vezes mais rápida e exibição das telas três vezes mais rápida que seu driver antecessor, o AMD Catalyst.

Ela também oferece uma navegação mais intuitiva, novo gerenciador de jogos, novo Overdrive e novas seções com a tecnologia AMD Eyefinity, vídeos e monitores, permitindo aos usuários a fácil aplicação das configurações de jogos e ajuste de configurações de desempenho, além da possibilidade de adicionar vários recursos e configurações à sua experiência de jogo.

Recursos novos ou aprimorados

Uma ampla gama de recursos novos e aprimorados garantindo que os usuários desfrutem da melhor experiência possível em aplicativos de jogos, vídeo e produtividade.

Desempenho incrementado e eficiência energética

O Radeon Software Crimson Edition permite o carregamento de jogos com velocidade até 33% mais rápida, melhora de até 20% na performance do jogo e capacidade de eficiência energética até 1,8 vezes melhor que seu antecessor, o que, segundo a AMD, pode aumentar o desempenho por watt em até 23%.

Suporte para a tecnologia AMD LiquidVR

O mecanismo computacional assíncrono da GCN melhora drasticamente a qualidade dos quadros por segundo (FPS), e a capacidade de resposta e latência em aplicações de Realidade Virtual, proporcionando uma experiência de jogo excepcional em todo o hardware baseado na GCN.

Estabilidade uniforme

Com o dobro do número de testes e 15% mais configurações de sistema que o AMD Catalyst Omega, além da implementação de um grande número de pedidos direcionados à comunidade, o Radeon Software Crimson oferece estabilidade excepcional em diversas experiências.

Você pode baixar o Radeon Software Crimson clicando neste link.

Nov 24th, 2015

Com nova interface e melhorias, AMD lança o Radeon Software Crimson Edition

Conforme anunciamos no começo de novembro, a AMD lança hoje (24 de novembro) seu novo software gráfico. Completamente reconfigurado, o Radeon Software Crimson Edition oferece uma experiência totalmente nova e qualidade excepcional aos usuários.

Graças a uma série de recursos novos ou aprimorados, a fabricante promete desempenho gráfico até 20% melhor, ajustes que podem até dobrar a eficácia geracional de energia e estabilidade uniforme em todo o espectro de produtos gráficos AMD.

Vale mencionar que este é o primeiro lançamento do Radeon Technologies Group, que anunciou recentemente um redirecionamento estratégico, com foco em software, alinhando-o com as iniciativas de hardware. Confira abaixo as principais características do Radeon Software Crimson Edition.

Projetada para obter o melhor desempenho dos processadores gráficos AMD, a Radeon Settings é fácil de usar, oferece uma grande variedade de recursos, além de ser extremamente rápida, capaz de executar a inicialização com velocidade até 10 vezes mais rápida e exibição das telas três vezes mais rápida que seu driver antecessor, o AMD Catalyst.

Ela também oferece uma navegação mais intuitiva, novo gerenciador de jogos, novo Overdrive e novas seções com a tecnologia AMD Eyefinity, vídeos e monitores, permitindo aos usuários a fácil aplicação das configurações de jogos e ajuste de configurações de desempenho, além da possibilidade de adicionar vários recursos e configurações à sua experiência de jogo.

Recursos novos ou aprimorados

Uma ampla gama de recursos novos e aprimorados garantindo que os usuários desfrutem da melhor experiência possível em aplicativos de jogos, vídeo e produtividade.

Desempenho incrementado e eficiência energética

O Radeon Software Crimson Edition permite o carregamento de jogos com velocidade até 33% mais rápida, melhora de até 20% na performance do jogo e capacidade de eficiência energética até 1,8 vezes melhor que seu antecessor, o que, segundo a AMD, pode aumentar o desempenho por watt em até 23%.

Suporte para a tecnologia AMD LiquidVR

O mecanismo computacional assíncrono da GCN melhora drasticamente a qualidade dos quadros por segundo (FPS), e a capacidade de resposta e latência em aplicações de Realidade Virtual, proporcionando uma experiência de jogo excepcional em todo o hardware baseado na GCN.

Estabilidade uniforme

Com o dobro do número de testes e 15% mais configurações de sistema que o AMD Catalyst Omega, além da implementação de um grande número de pedidos direcionados à comunidade, o Radeon Software Crimson oferece estabilidade excepcional em diversas experiências.

Você pode baixar o Radeon Software Crimson clicando neste link.

Nov 24th, 2015

TecLab analisa a placa de vídeo Galax GTX 960 EXOC 4GB

No início de 2015, chegava ao mercado a GeForce GTX 960, a nova placa de entrada da série GTX 900 que vinha para combater as Radeon R9 285 e 280X na faixa de preço dos US$ 200.

Contando com 128 bits e 2 GB de memória, apesar de não trazer um grande salto de performance em relação à sua antecessora, a GTX 760,  ela melhorou principalmente em eficiência energética e conta com diversas novidades providas pela arquitetura Maxwell.

Apesar de ser uma placa focada no público mainstream e em 1080P gaming, com o aumento da exigência dos jogos e a difusão das telas 4K, não demoraram a surgir novas versões desta placa oferecendo 4 GB de memória por cerca de US$ 20 a mais.

Hoje você vai conferir nosso teste de um destes modelos: a GALAX GTX 960 EXOC 4GB. É uma placa que vem com especificações bem acima da GTX 960 de referência e promete ser uma das melhores opções de GTX 960 pela sua relação preço/desempenho.

Contando com especificações robustas, ela possui um clock boost médio em sua GPU de até 1.329 MHz, enquanto em suas memórias o ganho fica apenas pela maior capacidade, 4 GB contra 2 GB da placa de referência. Afinal, o que torna esta placa diferente das outras? Vamos à nossa análise.

Afinal, o que significa ser uma EXOC 4GB?

Ao observar seu nome EXOC (Extreme Overclocking), seu cooler e sua PCB full size, logo de cara percebe-se que se trata de uma placa muito mais elaborada que o modelo de referência.

Cobrindo toda a placa e contando com duas ventoinhas de 90mm, seu cooler especial da GALAX sem dúvidas é muito mais eficiente e silencioso que o modelo de referência, trazendo não apenas ganhos em sua temperatura, mas também permitindo uma operação mais agressiva de seu turbo, resultando em um clock médio de operação mais alto.

Ainda sobre o cooler, sua forma de operação é otimizada e eficiente, de modo a funcionar apenas quando necessário. Desta maneira, ele permanecerá totalmente passivo (desligado) até que haja necessidade térmica ou carga suficiente na GPU para que seja ligado, permitindo não somente que a placa se torne mais eficiente e silenciosa, como também tornando o produto mais esperto e inteligente e garantindo que ele suje menos, exigindo menos manutenção.

Fabricado sob uma carenagem plástica de boa resistência, seu cooler cobre toda a placa, e em sua lateral já podemos visualizar o logo GeForce GTX destacado, bem como seus heatpipes para transmissão de calor da GPU para o restante do cooler. Aqui também podemos perceber o conector de alimentação de 6+2 pinos e a ponte para SLI, de forma que é possível que sejam ligadas até duas placas iguais a esta em paralelo.

Na parte de trás, a GALAX GTX 960 EXOC completa seu bom acabamento com um backplate de alumínio anodizado na cor preta e que destaca o logo GALAX. Este item, além de ajudar a proteger e resfriar a PCB e seus componentes, também garante maior firmeza e robustez à placa.

Outro detalhe interessante é que, pelo fato de a placa ser inteiramente na cor preta, ou seja, em uma cor neutra, ela combinará facilmente com qualquer tom de configuração e qualquer gabinete, se encaixando bem em qualquer projeto.

Medindo cerca de 24 centímetros, a GALAX GTX 960 EXOC 4GB não é de forma alguma uma placa compacta ou com uma PCB reduzida como o modelo de referência. Em seu painel traseiro, esta placa possui duas conexões DVI, (1x DVI-D e 1x DVI-I), uma saída HDMI 2.0 e uma saída Display Port 1.2 onde é possível que sejam ligadas até três telas em simultâneo, numa configuração de surround.

Por dentro da EXOC - PCB, Cooler e VRM

Começando uma análise mais técnica e detalhada da GALAX GTX 960 EXOC 4GB, partimos agora para tudo o que não se pode ver com a placa montada, dissertando sobre seus detalhes de construção e PCB.

Começando pela análise de sua PCB, por utilizar a versão completa do chip GeForce GM206, a GTX 960 serve como base para a GTX 950. Desta forma, sua placa é praticamente a mesma quando comparada com a GALAX GTX 950 EXOC White que testamos aqui.

Produzida através do processo de fabricação em 28nm da TSCM, na região central da placa já podemos notar sua GPU GM206 com todos os seus 1024 Shaders ativos em seu die de 228 mm², que conta com cerca de 2,9 bilhões de transistores.

Apesar de possuir especificação de 1329MHz em boost (o que seria relativo à sua frequência média em turbo), durante nossos testes a placa operou todo o tempo em 1404 MHz. Isto se explica graças à combinação de seu excelente cooler e VRM, que garantem não apenas o room térmico necessário, mas também uma boa margem para seu power limiter funcionar.

Construída sob um PCB de 6 camadas, para atingir seus 4 GB de memória esta placa possui chips em seus dois lados. Desta forma, contando com um total de 8 chips de memória da Samsung com 512Mb de densidade cada, sua frequência de operação é a mesma da placa de referência, trabalhando em cerca de 7 GHz efetivos.

Uma das características mais importantes desta placa, sem dúvidas, é o seu circuito de alimentação. Neste aspecto, quando comparada com o modelo de referência, que possui um VRM de apenas 3+1 fases, esta placa utiliza todo o potencial de sua PCB e vem completa, com 4+2 fases, garantindo não só uma excelente filtragem e alimentação para a GPU e memórias, como também bastante room para overclocking e para seu turbo.

Outro diferencial importante é que tanto seu VRM quanto suas memórias possuem dissipadores e são resfriadas ativamente pelo cooler da placa, garantindo baixas temperaturas de operação nestes componentes.

Esta versão ainda possui duas bios que podem ser selecionadas a partir de um switch localizado na parte da frente de sua PCB. O cooler possui uma base em cobre que faz a transmissão de calor da GPU através de três heatpipes. Algo importante para citarmos é que os 4 chips de memória localizados na frente da PCB são resfriados ativamente pelo mesmo cooler da GPU. Da mesma forma, os chips localizados na parte de trás da PCB poderiam receber arrefecimento do backplate, porém não há nenhum contato com o mesmo.

Nossos testes

Para nossos testes com a GALAX GTX 960 EXOC 4GB, utilizamos nossa plataforma fixa para review com o core I7 6700K e a placa mãe gigabyte Z170X-SOC Force.

  • Processador: Intel Core I7 6700K @ 4.5GHz
  • Placa-mãe: Gigabyte Z170X-SOC Force
  • Refrigeração CPU:  Corsair H80i GT
  • Memórias:  4x4GB DDR4 Corsair Dominator Platinum 3333MHz
  • Fonte: Corsair AX1500i
  • SSD: Corsair Force GS 360GB
  • Driver AMD: Catalyst 15.7.1
  • Driver NVIDIA: NVIDIA Forceware 355.65
  • Sistema operacional: Microsoft Windows 10

Metodologia

  • Mesmo computador para todas as placas;
  • Média aritmética de no mínimo 3 resultados para cada benchmark;
  • Todos os aplicativos que podem influenciar resultados foram desabilitados;
  • Os estados de energia foram usados no padrão de desempenho máximo;
  • Todas as corridas foram realizadas após reinicialização;
  • Temperatura ambiente se manteve sempre entre 25 ºC ± 2 ºC;
  • Em testes de jogos, utilizamos os mesmos cenários;
  • Monitores, resoluções, filtros e texturas eram idênticos;
  • Drivers em padrão de fábrica (último disponibilizado, se possível WHQL): Nvidia 355.65 Beta e AMD 15.7.1 WHQL

Informações extras

  • Para medição do consumo real, diferentemente dos websites e reviews que verificamos na NET, o TecLab utiliza metodologia própria e comprovada, calculando o consumo da placa INDEPENDENTE do computador. São medidas com dispositivo preparado por nós as correntes e tensões das linhas de 12,0 e 3,3 volts provenientes do PCIex, bem como o consumo principal da linha de 12 volts pelo conector da fonte. Desta forma obtemos com alta precisão a potência requerida tanto em Idle quanto em Full Load;
  • Para os testes de temperatura e consumo, foi utilizado o software Furmark na resolução 1920x1080 pelo tempo de 300 segundos em ambas as placas.

Jogos - Testes de desempenho em jogos - 1080p

Começamos nossos testes no que provavelmente ainda é o cenário mais comum nos dias de hoje. Na resolução de 1920x1080, avaliamos os principais jogos da atualidade, já incluindo o primeiro game em DX12, Ashes of Singularity, ainda em Early Access.

Infelizmente não possuíamos no momento do teste outras placas de entrada concorrentes dela e testadas na mesma metodologia, porém, conforme formos realizando outros reviews, nossa base de dados ficará mais completa.

3DMark - testes de desempenho sintético

Jogos - testes de desempenho em jogos - 4K

Apesar de ser uma placa voltada para o segmento mainstream, pelo fato de se tratar da versão especial com 4 GB de memória, nos sentimos na obrigação de testar se esta placa consegue rodar com boa taxa de frames os principais jogos na resolução 4K.

É importante ressaltar que se considerarmos que hoje uma tela 4K pode custar a mesma coisa ou até mais que a placa de vídeo em questão, é claro que estes testes não vão representar  uma situação cotidiana da GTX 960, assim não trazendo de forma alguma impacto negativo em sua avaliação.

Apesar de seu bom desempenho em 1080P, ficou evidente que apenas aumentar a memória não torna uma placa realmente pronta para a resolução 4K. É claro que se comparada com a GTX 960 de 2GB, a GALAX GTX 960 EXOC 4GB levaria alguma vantagem neste teste, porém mesmo assim tivemos que desabilitar todos os filtros e reduzir muito a qualidade em todos os jogos testados para atingirmos taxas de frames jogáveis.

Testes de temperatura e consumo

Com temperatura ambiente sempre em 25 ºC, pudemos observar que a GALAX GTX 960 EXOC 4GB não decepciona e se mantém sempre estável e abaixo de sua temperatura padrão de 83 ºC. Da mesma forma, quando com suas fans em 100%, ela se manteve em uma temperatura muito baixa, estabilizando nos 60 °C.

Outro fator interessante é que esta placa se manteve em todos os testes acima de 1400 MHz, rodando os mais pesados (como furmark) em 1404 MHz e variando nos demais entre 1404 MHz e 1418 MHz, sendo que mesmo nestes testes passou longe de atingir seu power limit.

Nos testes de consumo elétrico,  os resultados a seguir são correspondentes apenas ao consumo da placa, sem interferência do restante do sistema.

Em seus testes de consumo elétrico, observamos a grande eficiência desta placa. Consumindo pouco mais de 150W em load e apenas 15W em idle, não é necessário possuir nenhuma fonte de alimentação muito especial. Para a GTX 960 EXOC 4GB, qualquer fonte com potência real entre 400 e 450W já será suficiente.

Conclusão

Chegando ao final de mais um review, está na hora de destacarmos os principais pontos da GALAX GTX 960 EXOC 4GB e concluirmos nosso pensamento sobre esta placa. Representando a oferta da GALAX para suprir a demanda pelos modelos de GTX 960 com 4 GB, este modelo sem dúvidas não decepcionou e cumpriu seu objetivo.

Começando pelo Gaming em 1080P, o que considero ser o foco principal desta versão, a GTX 960 da GALAX não fez feio e mostrou que possui o horsepower necessário para Full HD. Atingindo mais de 60 fps na maioria dos testes em 1080P, ficou claro que ela dá conta de rodar com tranquilidade os jogos da atualidade nesta resolução.

Quando falamos de um modelo especial com 4 GB de memória, não podemos cometer o erro de direcioná-la para o 4K. Muito pelo contrário: essa quantidade extra de memória tem como objetivo garantir seu constante desempenho em 1080P mesmo nos mais exigentes jogos, como Battlefield 4, GTA V e osgames da próxima geração.

Este modelo da GALAX também não fez feio quando o assunto é refrigeração e projeto/pcb. Graças à excelente arquitetura Maxwell, ele possui excelente eficiência energética e não consome muito, sendo que qualquer fonte real de entrada já é suficiente para ela.

Contanto com uma PCB full-size e com um projeto muito mais robusto que a versão de referência, esta roda em clocks muito maiores e possui o room necessário para que seu turbo trabalhe sempre no limite, garantindo assim o máximo desempenho para a placa.

Ficando totalmente passivo com a placa em idle e sendo silencioso quando em carga, seu cooler também comprova sua qualidade. Feito todo na cor preta e contando com um backplate em aluminio, isso faz com que esta placa não tenha problemas para combinar visualmente com qualquer configuração.

Vale a pena?

Analisando seus custos, hoje esta placa pode ser encontrada por cerca de US$ 220, ou seja, $ 20 a mais que a versão de 2 GB e cerca de US$ 100 a menos que as versões mais básicas de GTX 970. Desta forma, ela consegue oferecer uma boa relação custo-benefício com 4 GB de memória e ser uma boa alternativa em relação à GTX 970.

Quando comparada com suas demais concorrentes, ASUS, MSI, Gigabyte, esta placa opera em um dos clocks mais altos para uma GTX 960 e seu cooler realmente não deixa a desejar, desta forma se caracterizando como uma excelente opção também.

Por tudo dito aqui e durante o review, concedemos a esta placa o nosso Gold Award. Gostaríamos também de agradecer a GALAX pelo envio da amostra para review.

Pontos Positivos

  • Excelente acabamento com presença de backplate
  • Alto poder de refrigeração, silencioso para uso normal e com grande fluxo de ar quando necessário
  • VRM de 4+2 fases digitais
  • Dual bios
  • Clock de operação efetivo acima dos 1400 MHz
  • Bom desempenho em 1080p atingindo mais de 60 fps na maioria dos testes
  • Baixo consumo elétrico

Pontos Negativos

  • Backplate não faz contato com as memórias

Avaliação final

  • Desempenho e overclocking: 9
  • Preço: 9
  • Refrigeração: 10
  • Nota geral: 9,33

Este review foi produzido pelo TecLab, um dos canais parceiros do TecMundo. Análise, fotografia, testes e texto por Rafael Anaia.

Nov 24th, 2015

TecLab analisa a placa de vídeo Galax GTX 960 EXOC 4GB

No início de 2015, chegava ao mercado a GeForce GTX 960, a nova placa de entrada da série GTX 900 que vinha para combater as Radeon R9 285 e 280X na faixa de preço dos US$ 200.

Contando com 128 bits e 2 GB de memória, apesar de não trazer um grande salto de performance em relação à sua antecessora, a GTX 760,  ela melhorou principalmente em eficiência energética e conta com diversas novidades providas pela arquitetura Maxwell.

Apesar de ser uma placa focada no público mainstream e em 1080P gaming, com o aumento da exigência dos jogos e a difusão das telas 4K, não demoraram a surgir novas versões desta placa oferecendo 4 GB de memória por cerca de US$ 20 a mais.

Hoje você vai conferir nosso teste de um destes modelos: a GALAX GTX 960 EXOC 4GB. É uma placa que vem com especificações bem acima da GTX 960 de referência e promete ser uma das melhores opções de GTX 960 pela sua relação preço/desempenho.

Contando com especificações robustas, ela possui um clock boost médio em sua GPU de até 1.329 MHz, enquanto em suas memórias o ganho fica apenas pela maior capacidade, 4 GB contra 2 GB da placa de referência. Afinal, o que torna esta placa diferente das outras? Vamos à nossa análise.

Afinal, o que significa ser uma EXOC 4GB?

Ao observar seu nome EXOC (Extreme Overclocking), seu cooler e sua PCB full size, logo de cara percebe-se que se trata de uma placa muito mais elaborada que o modelo de referência.

Cobrindo toda a placa e contando com duas ventoinhas de 90mm, seu cooler especial da GALAX sem dúvidas é muito mais eficiente e silencioso que o modelo de referência, trazendo não apenas ganhos em sua temperatura, mas também permitindo uma operação mais agressiva de seu turbo, resultando em um clock médio de operação mais alto.

Ainda sobre o cooler, sua forma de operação é otimizada e eficiente, de modo a funcionar apenas quando necessário. Desta maneira, ele permanecerá totalmente passivo (desligado) até que haja necessidade térmica ou carga suficiente na GPU para que seja ligado, permitindo não somente que a placa se torne mais eficiente e silenciosa, como também tornando o produto mais esperto e inteligente e garantindo que ele suje menos, exigindo menos manutenção.

Fabricado sob uma carenagem plástica de boa resistência, seu cooler cobre toda a placa, e em sua lateral já podemos visualizar o logo GeForce GTX destacado, bem como seus heatpipes para transmissão de calor da GPU para o restante do cooler. Aqui também podemos perceber o conector de alimentação de 6+2 pinos e a ponte para SLI, de forma que é possível que sejam ligadas até duas placas iguais a esta em paralelo.

Na parte de trás, a GALAX GTX 960 EXOC completa seu bom acabamento com um backplate de alumínio anodizado na cor preta e que destaca o logo GALAX. Este item, além de ajudar a proteger e resfriar a PCB e seus componentes, também garante maior firmeza e robustez à placa.

Outro detalhe interessante é que, pelo fato de a placa ser inteiramente na cor preta, ou seja, em uma cor neutra, ela combinará facilmente com qualquer tom de configuração e qualquer gabinete, se encaixando bem em qualquer projeto.

Medindo cerca de 24 centímetros, a GALAX GTX 960 EXOC 4GB não é de forma alguma uma placa compacta ou com uma PCB reduzida como o modelo de referência. Em seu painel traseiro, esta placa possui duas conexões DVI, (1x DVI-D e 1x DVI-I), uma saída HDMI 2.0 e uma saída Display Port 1.2 onde é possível que sejam ligadas até três telas em simultâneo, numa configuração de surround.

Por dentro da EXOC - PCB, Cooler e VRM

Começando uma análise mais técnica e detalhada da GALAX GTX 960 EXOC 4GB, partimos agora para tudo o que não se pode ver com a placa montada, dissertando sobre seus detalhes de construção e PCB.

Começando pela análise de sua PCB, por utilizar a versão completa do chip GeForce GM206, a GTX 960 serve como base para a GTX 950. Desta forma, sua placa é praticamente a mesma quando comparada com a GALAX GTX 950 EXOC White que testamos aqui.

Produzida através do processo de fabricação em 28nm da TSCM, na região central da placa já podemos notar sua GPU GM206 com todos os seus 1024 Shaders ativos em seu die de 228 mm², que conta com cerca de 2,9 bilhões de transistores.

Apesar de possuir especificação de 1329MHz em boost (o que seria relativo à sua frequência média em turbo), durante nossos testes a placa operou todo o tempo em 1404 MHz. Isto se explica graças à combinação de seu excelente cooler e VRM, que garantem não apenas o room térmico necessário, mas também uma boa margem para seu power limiter funcionar.

Construída sob um PCB de 6 camadas, para atingir seus 4 GB de memória esta placa possui chips em seus dois lados. Desta forma, contando com um total de 8 chips de memória da Samsung com 512Mb de densidade cada, sua frequência de operação é a mesma da placa de referência, trabalhando em cerca de 7 GHz efetivos.

Uma das características mais importantes desta placa, sem dúvidas, é o seu circuito de alimentação. Neste aspecto, quando comparada com o modelo de referência, que possui um VRM de apenas 3+1 fases, esta placa utiliza todo o potencial de sua PCB e vem completa, com 4+2 fases, garantindo não só uma excelente filtragem e alimentação para a GPU e memórias, como também bastante room para overclocking e para seu turbo.

Outro diferencial importante é que tanto seu VRM quanto suas memórias possuem dissipadores e são resfriadas ativamente pelo cooler da placa, garantindo baixas temperaturas de operação nestes componentes.

Esta versão ainda possui duas bios que podem ser selecionadas a partir de um switch localizado na parte da frente de sua PCB. O cooler possui uma base em cobre que faz a transmissão de calor da GPU através de três heatpipes. Algo importante para citarmos é que os 4 chips de memória localizados na frente da PCB são resfriados ativamente pelo mesmo cooler da GPU. Da mesma forma, os chips localizados na parte de trás da PCB poderiam receber arrefecimento do backplate, porém não há nenhum contato com o mesmo.

Nossos testes

Para nossos testes com a GALAX GTX 960 EXOC 4GB, utilizamos nossa plataforma fixa para review com o core I7 6700K e a placa mãe gigabyte Z170X-SOC Force.

  • Processador: Intel Core I7 6700K @ 4.5GHz
  • Placa-mãe: Gigabyte Z170X-SOC Force
  • Refrigeração CPU:  Corsair H80i GT
  • Memórias:  4x4GB DDR4 Corsair Dominator Platinum 3333MHz
  • Fonte: Corsair AX1500i
  • SSD: Corsair Force GS 360GB
  • Driver AMD: Catalyst 15.7.1
  • Driver NVIDIA: NVIDIA Forceware 355.65
  • Sistema operacional: Microsoft Windows 10

Metodologia

  • Mesmo computador para todas as placas;
  • Média aritmética de no mínimo 3 resultados para cada benchmark;
  • Todos os aplicativos que podem influenciar resultados foram desabilitados;
  • Os estados de energia foram usados no padrão de desempenho máximo;
  • Todas as corridas foram realizadas após reinicialização;
  • Temperatura ambiente se manteve sempre entre 25 ºC ± 2 ºC;
  • Em testes de jogos, utilizamos os mesmos cenários;
  • Monitores, resoluções, filtros e texturas eram idênticos;
  • Drivers em padrão de fábrica (último disponibilizado, se possível WHQL): Nvidia 355.65 Beta e AMD 15.7.1 WHQL

Informações extras

  • Para medição do consumo real, diferentemente dos websites e reviews que verificamos na NET, o TecLab utiliza metodologia própria e comprovada, calculando o consumo da placa INDEPENDENTE do computador. São medidas com dispositivo preparado por nós as correntes e tensões das linhas de 12,0 e 3,3 volts provenientes do PCIex, bem como o consumo principal da linha de 12 volts pelo conector da fonte. Desta forma obtemos com alta precisão a potência requerida tanto em Idle quanto em Full Load;
  • Para os testes de temperatura e consumo, foi utilizado o software Furmark na resolução 1920x1080 pelo tempo de 300 segundos em ambas as placas.

Jogos - Testes de desempenho em jogos - 1080p

Começamos nossos testes no que provavelmente ainda é o cenário mais comum nos dias de hoje. Na resolução de 1920x1080, avaliamos os principais jogos da atualidade, já incluindo o primeiro game em DX12, Ashes of Singularity, ainda em Early Access.

Infelizmente não possuíamos no momento do teste outras placas de entrada concorrentes dela e testadas na mesma metodologia, porém, conforme formos realizando outros reviews, nossa base de dados ficará mais completa.

3DMark - testes de desempenho sintético

Jogos - testes de desempenho em jogos - 4K

Apesar de ser uma placa voltada para o segmento mainstream, pelo fato de se tratar da versão especial com 4 GB de memória, nos sentimos na obrigação de testar se esta placa consegue rodar com boa taxa de frames os principais jogos na resolução 4K.

É importante ressaltar que se considerarmos que hoje uma tela 4K pode custar a mesma coisa ou até mais que a placa de vídeo em questão, é claro que estes testes não vão representar  uma situação cotidiana da GTX 960, assim não trazendo de forma alguma impacto negativo em sua avaliação.

Apesar de seu bom desempenho em 1080P, ficou evidente que apenas aumentar a memória não torna uma placa realmente pronta para a resolução 4K. É claro que se comparada com a GTX 960 de 2GB, a GALAX GTX 960 EXOC 4GB levaria alguma vantagem neste teste, porém mesmo assim tivemos que desabilitar todos os filtros e reduzir muito a qualidade em todos os jogos testados para atingirmos taxas de frames jogáveis.

Testes de temperatura e consumo

Com temperatura ambiente sempre em 25 ºC, pudemos observar que a GALAX GTX 960 EXOC 4GB não decepciona e se mantém sempre estável e abaixo de sua temperatura padrão de 83 ºC. Da mesma forma, quando com suas fans em 100%, ela se manteve em uma temperatura muito baixa, estabilizando nos 60 °C.

Outro fator interessante é que esta placa se manteve em todos os testes acima de 1400 MHz, rodando os mais pesados (como furmark) em 1404 MHz e variando nos demais entre 1404 MHz e 1418 MHz, sendo que mesmo nestes testes passou longe de atingir seu power limit.

Nos testes de consumo elétrico,  os resultados a seguir são correspondentes apenas ao consumo da placa, sem interferência do restante do sistema.

Em seus testes de consumo elétrico, observamos a grande eficiência desta placa. Consumindo pouco mais de 150W em load e apenas 15W em idle, não é necessário possuir nenhuma fonte de alimentação muito especial. Para a GTX 960 EXOC 4GB, qualquer fonte com potência real entre 400 e 450W já será suficiente.

Conclusão

Chegando ao final de mais um review, está na hora de destacarmos os principais pontos da GALAX GTX 960 EXOC 4GB e concluirmos nosso pensamento sobre esta placa. Representando a oferta da GALAX para suprir a demanda pelos modelos de GTX 960 com 4 GB, este modelo sem dúvidas não decepcionou e cumpriu seu objetivo.

Começando pelo Gaming em 1080P, o que considero ser o foco principal desta versão, a GTX 960 da GALAX não fez feio e mostrou que possui o horsepower necessário para Full HD. Atingindo mais de 60 fps na maioria dos testes em 1080P, ficou claro que ela dá conta de rodar com tranquilidade os jogos da atualidade nesta resolução.

Quando falamos de um modelo especial com 4 GB de memória, não podemos cometer o erro de direcioná-la para o 4K. Muito pelo contrário: essa quantidade extra de memória tem como objetivo garantir seu constante desempenho em 1080P mesmo nos mais exigentes jogos, como Battlefield 4, GTA V e osgames da próxima geração.

Este modelo da GALAX também não fez feio quando o assunto é refrigeração e projeto/pcb. Graças à excelente arquitetura Maxwell, ele possui excelente eficiência energética e não consome muito, sendo que qualquer fonte real de entrada já é suficiente para ela.

Contanto com uma PCB full-size e com um projeto muito mais robusto que a versão de referência, esta roda em clocks muito maiores e possui o room necessário para que seu turbo trabalhe sempre no limite, garantindo assim o máximo desempenho para a placa.

Ficando totalmente passivo com a placa em idle e sendo silencioso quando em carga, seu cooler também comprova sua qualidade. Feito todo na cor preta e contando com um backplate em aluminio, isso faz com que esta placa não tenha problemas para combinar visualmente com qualquer configuração.

Vale a pena?

Analisando seus custos, hoje esta placa pode ser encontrada por cerca de US$ 220, ou seja, $ 20 a mais que a versão de 2 GB e cerca de US$ 100 a menos que as versões mais básicas de GTX 970. Desta forma, ela consegue oferecer uma boa relação custo-benefício com 4 GB de memória e ser uma boa alternativa em relação à GTX 970.

Quando comparada com suas demais concorrentes, ASUS, MSI, Gigabyte, esta placa opera em um dos clocks mais altos para uma GTX 960 e seu cooler realmente não deixa a desejar, desta forma se caracterizando como uma excelente opção também.

Por tudo dito aqui e durante o review, concedemos a esta placa o nosso Gold Award. Gostaríamos também de agradecer a GALAX pelo envio da amostra para review.

Pontos Positivos

  • Excelente acabamento com presença de backplate
  • Alto poder de refrigeração, silencioso para uso normal e com grande fluxo de ar quando necessário
  • VRM de 4+2 fases digitais
  • Dual bios
  • Clock de operação efetivo acima dos 1400 MHz
  • Bom desempenho em 1080p atingindo mais de 60 fps na maioria dos testes
  • Baixo consumo elétrico

Pontos Negativos

  • Backplate não faz contato com as memórias

Avaliação final

  • Desempenho e overclocking: 9
  • Preço: 9
  • Refrigeração: 10
  • Nota geral: 9,33

Este review foi produzido pelo TecLab, um dos canais parceiros do TecMundo. Análise, fotografia, testes e texto por Rafael Anaia.

Nov 24th, 2015

Mudança estratégica: Lenovo deve substituir marca Vibe por Lemon e Motorola

Ao que tudo indica, a Lenovo ainda parece estar aparando as rebarbas e tentando encontrar a melhor estratégia para lidar com a sua instável divisão mobile depois que comprou a Motorola das mãos da Google. Depois de sofrer um prejuízo operacional de centenas de milhões de dólares no último trimestre, a última informação é que a companhia deve limar de vez uma de suas linhas de celulares para manter o foco e ganhar mais força no setor. A escolhida da vez para deixar o cenário é a marca Vibe.

De acordo com o portal taiwanês Digitimes, a nova restruturação deve fazer com que a família especializada tanto em dispositivos intermediários como em modelos de alto desempenho sejam completamente substituídos pelo catálogo de produtos com os selos Lemon e, sim, Motorola. Embora a Vibe tenha recebido uma boa quantidade de anúncios neste ano – como os Vibe P1, S1 e X3, por exemplo –, as chances são de que esses serão os últimos modelos a chegar às lojas com essa nomenclatura. Isso se forem realmente lançados, claro.

Segundo a reportagem originalmente veiculada no site chinês QQ, Chen Xudong, presidente do setor mobile da Lenovo, afirmou que essa estratégia será realmente utilizada no futuro próximo – embora não haja uma data firmada para que isso aconteça. Aparentemente, o plano da fabricante é que os dispositivos que custem entre US$ 235 e US$ 783 (cerca de R$ 869 e R$ 2,9 mil) saiam pela Motorola, enquanto a Lemon deve ficar responsável por dispositivos abaixo de US$ 470 (R$ 1,7 mil) divididos em pelo menos duas ou três categorias menores.

Ainda não é possível dizer quais mercados vão receber cada tipo de equipamento ou se as duas marcar vão ficar disponíveis em todos os países nos quais a companhia chinesa já atua no ramo de smartphones. O caso do Lenovo A7010, homologado recentemente pela Anatel, fica envolto em mistério, já que fica difícil dizer se o celular ainda chega por aqui sob as asas da linha Vibe ou se assume o perfil de um hardware Lemon – ou mesmo se vai ser riscado completamente dos planos da empresa em território nacional.

A perspectiva é que a estratégia da atual dona da Motorola fique clara muito em breve, assim que novos anúncios e programações para o varejo mundial sejam reveladas. Enquanto isso, vale a especulação se a Lenovo planeja manter duas linhas fixas de aparelhos por estas bandas, reforçando o mercado abocanhado por itens das famílias Moto G e Moto X. Algum palpite para o que a fabricante reserva para o Brasil?

Qual smartphone da Lenovo você gostaria de ver no mercado brasileiro? Comente no Fórum do TecMundo!

Nov 24th, 2015

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Nov 24th, 2015